O jogo é um recurso pedagógicoque a maioria das escolas tem,e poucas equipes sabem usar.
O educador que sabe ler um jogo reconhece o que ele mobiliza em cada aluno, o que provoca e o que exercita. Uma equipe inteira com esse olhar muda o que a escola consegue oferecer para o desenvolvimento dos seus alunos.
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Uma experiência antes de ser uma formação.
Na oficina, os educadores jogam. Não como demonstração, mas de verdade, com a mesma entrega que se espera de qualquer jogador. O que acontece durante uma partida, o que aparece nas pessoas, o que o grupo produz junto, tudo isso faz parte do aprendizado. A oficina prova a própria tese.
Ao longo da jornada, os educadores desenvolvem um olhar técnico sobre os jogos, aprendem a identificar o que cada um exercita e como mediar o que aparece durante o jogo. Saem com uma apostila que aprofunda esse olhar e com a capacidade de ler qualquer jogo que encontrarem dali pra frente, não só os que jogaram no dia.
A oficina prova a própria tese.

"Saí da oficina enxergando de outro jeito os jogos que já estão na minha sala."
Participante · Oficina para educadores
O que a escola ganha.
Olhar técnico sobre qualquer jogo
Professores que sabem ler o que cada jogo exercita e como mediar o que aparece durante as partidas.
Intencionalidade pedagógica
Uma equipe capaz de usar o jogo como ferramenta real de desenvolvimento humano, não como recurso de preenchimento.
Acervo curado
Jogos escolhidos com critério pedagógico, prontos para entrar em uso imediatamente na escola.
A escola sai com recurso e com a capacidade de aproveitá-lo. As duas coisas juntas é o que faz a diferença.
Como a oficina acontece.

César de Oliveira
Criador do Baralho de Letras Pingo no I
A oficina acontece na própria escola e é conduzida por César de Oliveira. São quatro horas divididas em três momentos que se constroem um sobre o outro.
Introdução
A oficina começa com uma apresentação dos jogos e das habilidades que cada um trabalha. É a preparação para jogar com intenção e com um olhar crítico sobre o que acontece durante a partida.
Sessão de jogatina
O grupo joga. De verdade, com a mesma entrega que se espera de qualquer jogador. É aqui que os participantes vivenciam os jogos em primeira pessoa, avaliam o que cada um provoca e desenvolvem o olhar que só a experiência dá.
Roda de conversa
O fechamento da oficina é onde tudo se integra. O que aconteceu durante as partidas, o que apareceu nas pessoas, o que o grupo produziu junto, tudo vira material de reflexão. É o momento em que o conhecimento se consolida e cada educador sai sabendo o que levar para a sala de aula.
A curadoria de jogos e os detalhes da proposta são apresentados na conversa com a escola.
Leve a oficina para a sua escola.
A Pingo no I realiza oficinas presenciais em escolas por todo o Brasil. Para escolas que querem abrir uma frente nova de desenvolvimento humano e dar à equipe os recursos e o olhar para isso.
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