Neurociência, desenvolvimento infantil, psicopedagogia e a mecânica de jogos específicos. Textos técnicos, escritos na linguagem de quem usa jogo no trabalho todo dia.
Não está no que o jogo ensina, e sim no que a mecânica pede de quem joga. Os três critérios que decidem se um jogo entra no catálogo.
Saber ensinar o jogo é parte do trabalho de quem usa jogo no atendimento. Uma ordem de explicação demonstrada passo a passo, com o dominó como exemplo.
Ela entende rápido, raciocina bem e mesmo assim está desmotivada. O que costuma estar por trás disso, e por que o jogo alcança essa criança onde a atividade escolar fica aquém.
Uma análise honesta sobre uso de dispositivos e o papel do jogo presencial no desenvolvimento.
Atenção, memória de trabalho, controle inibitório — o que a ciência diz sobre o impacto do jogo na cognição.